Mais adiante, de volta ao Brasil, transformei o texto no livro “Tratado elementar de política elaborado por um leigo” e passei a escrever cartas, distribuir panfletos, participar e promover passeatas e manifestações, até chegar à este blog, onde mantenho a minha “Tribuna”. Sempre na tentativa desvairada de encontrar esse “País do futuro” que um dia disseram existir...
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
DIÓGENES, O CÍNICO
Mais adiante, de volta ao Brasil, transformei o texto no livro “Tratado elementar de política elaborado por um leigo” e passei a escrever cartas, distribuir panfletos, participar e promover passeatas e manifestações, até chegar à este blog, onde mantenho a minha “Tribuna”. Sempre na tentativa desvairada de encontrar esse “País do futuro” que um dia disseram existir...
sábado, 8 de outubro de 2011
Quem leva à sério conselhos ou advertências?
Mahatma Gandhi foi um dos maiores líderes mundiais. Com a sua determinação, paciência e sabedoria, ele revolucionou a Índia e deixou espalhadas lições de vida a serem seguidas, além do seu marcante exemplo de vida! Nós brasileiros, deveríamos nos espelhar nas suas “7 ameaças à sustentabilidade” para transformar, de verdade, o Brasil em uma nação culta, decente, justa e independente para as próximas gerações. Entre essas ameaças, eu destacaria o Prazer sem responsabilidade. A meu ver, o centro dos grandes problemas nacionais. Basta atentarmos para as conseqüências derivadas desse ato irresponsável praticado por aqueles pais que colocam os filhos no mundo sem qualquer laço afetivo, abandonando-os à própria sorte madrasta.
Discorrer sobre o assunto é chover no molhado. Para ilustrar melhor o problema, volto a uma reportagem da velha Revista “O Cruzeiro” que retrata a solução apontada pela China em 1980, para enfrentar o nascimento indiscriminado da sua gigantesca população.
Aqui no Brasil a questão não é coibir o excesso de nascimentos, mas sim evitar a explosão demográfica da miséria e da conseqüente instabilidade social e violência que ela trás nas suas entranhas. Para tanto, é preciso urgentemente criar uma forma legal de obrigar quem gera filhos no Brasil, assumir a sua paternidade. Em outras palavras: precisamos ter nascimentos com qualidade e não fecharmos os olhos ou incentivarmos as futuras mães sem condições a colocarem crianças no mundo!
Ontem, ou melhor: em julho de 2000, através do panfleto abaixo, eu dava uma visão pessoal sobre esse e o problema da violência na Cidade de São Paulo que começava a extrapolar suas fronteiras. Porém, nenhum cidadão e muito menos o Governo se preocupou em estancar os efeitos perversos dessa ferida. Hoje, outubro de 2011, o resultado aí está: uma cidade a mercê da criminalidade, até infantil, e um país inteiro vivendo sob a sombra negra da incerteza e do medo...
sábado, 17 de setembro de 2011
189 ANOS DEPOIS
Depois de 189 anos do Grito da Independência dado pelo Príncipe Dom Pedro I “às margens plácidas do Ipiranga”, eu ouvi, finalmente, “o brado retumbante de um povo heróico” ecoar no dia 7 de setembro último, não só na Avenida Paulista, mas em todas as partes desse nosso Brasil enlameado por brasileiros bastardos!
Senti nos senhores e senhoras adultos que ali estavam e, sobretudo na juventude consciente, engajada e vibrante, aquela vontade indomável de fazer algo de concreto para resgatar a imagem manchada desse país “abençoado por Deus e bonito por natureza”.
Baseado no cartaz de uma “caminhada” levada a efeito no dia 13 de maio passado elaborei esta “chamada” para a próxima Manifestação do dia 12 de outubro que tenho certeza será um momento marcante na história moderna da nossa mal amada pátria!
Avante Brasil!!!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011
DESCAMINHOS DO BRASIL CANALHA
Ouvindo, dias após dia, denúncias de desvios de verbas envolvendo as Organizações Não Governamentais (ONGs) brasileiras, eu entendo porque o nosso M.U.D.E. (Movimento de Unificação de Direitos Educacionais), criado no dia 15 de novembro de 1989, centenário da República Brasileira, não decolou. Aliás, o ex-ministro Antonio Delfim Neto deu a sua sábia versão sobre esse fenômeno: “O Brasil é o único país no mundo onde as ONGs são subvencionadas pelo governo!”
Como eu nunca almejei transformar o M.U.D.E. em um meio de ganhos ilícitos e sim em um instrumento de educação efetiva do cidadão brasileiro, ele ainda não saiu do papel. E não foi por falta de condições para entrar nos fartos esquemas de corrupção existentes nos porões da Administração Pública! Não será agora, no crepúsculo da vida, que vou sucumbir ao canto de sereias do Poder. Igual ao Ulisses, da Odisséia de Homero, amarrei-me no mastro da dignidade deixada como herança pelo meu humilde pai, Savério Andreoli.


